O Mágico de Oz (The Wizard of Oz/ 1939)

Assistido em 02/07/2013

Acho que todo mundo já deve ter visto eu filme menos eu, por isso nem sei o que comentar que não seja de conhecimento geral. As referências são tão atemporais que até já conhecia: Somewhere over the rainbow, tijolos amarelos, “Toto, I’ve a feeling we’re not in Kansas any more”, “there’s no place like home” e por aí vai. Mas após assisti-lo passei a entender porque ele se tornou tão marcante por tantas gerações.

Em primeiro lugar a Dorothy de Judy Garland é absolutamente adorável, além de inteligente e de ser uma personagem autônoma. As cores em technicolor são lindas, e os cenários, apesar das limitações, são marcantes. Os companheiros de jornada de Dorothy são também ótimos arquétipos: o Espantalho sem cérebro, o Homem de Lata sem coração e o Leão covarde. Todos os atores estão ótimos nesses papéis. A maquiagem impressiona e passa no teste da exibição em alta definição. As músicas são bonitas. Mas o melhor é o humor perspicaz do filme, coisa rara em filmes infantis atuais, que geralmente apelam para piadas de escatologia. Assisti ao filme inteiro com um sorriso pregado ao rosto.

Obs: Victor Fleming dirigiu-o e deixou as filmagens quando estavam próximas de terminar, para filmar então …E o vento levou. Que ano para ele!

TheWizardOfOzPoster

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Isabel Wittmann

Catarinense, 33 anos, louca por bichos, feminista. Hoje mora em São Paulo, mas já passou uns anos no Amazonas. Crítica de cinema, doutoranda em Antropologia Social, podcaster e pesquisadora de gênero.