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Hudson Hawk – O Falcão Está à Solta (Hudson Hawk/ 1991)

Assistido em 02/03/2013

Chega ao catálogo do Netflix esse maravilhoso clássico da Sessão da Tarde. Revi intercalando o áudio original (que nunca havia ouvido nesse caso) e a dublagem clássica da infância. Aqui, Hudson Hawk, um ladrão profissional, sai da cadeia após cumprir pena longa o suficiente “para não ter visto E.T. no cinema” e já se vê envolvido em uma trama em que tem que roubar uma série de obras originais de Da Vinci para obter cristais que irão ajudar a fabricar ouro. Sim, absurdo desse jeito. Bruce Willis, o protagonista está absolutamente à vontade no papel. Eu sei que esse filme foi achincalhado pela crítica na época do lançamento, mas a memória afetiva fala mais alto e eu ainda ri e me diverti um bocado. E a dublagem original nos garantem citações que foram repetidas à exaustão na infância (pelo menos na minha), como “Bunny, bola, bola”, “Eu tenho podeeer!” e “Catchup, catchup!”.

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Looper- Assassinos do Futuro (Looper/ 2012)

Assistido em 07/01/2013

Nessa ficção científica se estabelece que no ano de 2074 a viagem no tempo já foi inventada e grupos criminosos com dificuldade para se livrar de seus rivais enviam eles 30 anos no passado para que assassinos contratados, chamados de loopers, deem um fim neles. Acontece que o chefe da organização mudou e por algum motivo os loopers estão tendo que matar seu “eu” 30 anos mais velho. O protagonista é Joe, em sua versão jovem interpretado por Joseph Gordon Levitt e na versão velha por Bruce Willis. O rosto de JGL foi alterado numa mistura de próteses e CG para aumentar sua semelhança com BW e devo dizer que isso me atrapalhou bastante. O efeito ficou esquisito e o tempo todo eu fiquei olhando para a cara dele e pensando o que estaria errado. Mas fora isso é uma boa história, que prende a atenção e executada de maneira competente, o que não é pouca coisa em tempos de ficções meia-boca e sequências desastrosas.

Obs: Nem vou entrar no mérito de discutir o fato de que o filme tá longe de passar no teste de Bechdel (até porque muitos filmes (a maioria?) bons não passam). Mas senhores roteiristas, por favor! Colocar uma personagem feminina sem nem uma fala sequer, apenas como motivação romântica para outro personagem é ridículo! Santa incapacidade de escrever uma personagem mulher! :s

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