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Dicas Netflix Março


 

 

 

 

 

 

 

Mês passado não consegui fazer o post porque estou sem internet, mas volto com algumas diquinhas de filmes que entraram nos últimos tempos no catálogo da Netflix. Os links levam diretamente aos filmes no serviço de streaming.

Clássico da sessão da tarde, Um Príncipe em Nova York é estrelado por Eddie Murphy

Um Príncipe em Nova York (Coming to America, 1988)- Escrevi sobre o filme aqui

Paris is Burning (1990)- Escrevi sobre o filme aqui

paris is Burning: incrível documentário sobre a efervescente cena queer novaiorquina do final dos anos 80

A Casa dos Espíritos (The House of the Spirits, 1993)

Psicopata Americano (American Psycho, 2000)- recomendei-o nesse podcast sobre filmes de suspense e terror dirigidos por mulheres

Adaptação (Adaptation, 2002)

Adaptação é um filme maravilhoso escrito por Charlie Kaufman e dirigido por Spike Jonze.

 

A Árvore da Vida (Tree of Life, 2011)

O Artista (The Artist, 2011)

O Espião que Sabia Demais (Tinker Taylor Soldier Spy, 2011- escrevi sobre o filme aqui

O Contemplativo A Árvore da Vida é possivelmente a obra-prima de seu diretor, Terrence Malick

Nebraska (2013)- Crítica aqui

Trapaça (American Hustle, 2013)- escrevi dois textos sobre o filme, aqui e aqui

Philomena (2013)

Locke (2013)

Em Nebraska, além das atuações se destaca a bela fotografia em preto e branco

Bons filmes e até o mês que vem!

 

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Dicas Netflix Janeiro

Foram tantos filmes bacanas entrando no catálogo da Netflix nos últimos dias que as indicações desse mês são apenas de lançamentos ou retornos. Os links levam diretamente aos filmes no serviço de streaming.

Clube dos Cinco (The Breakfast Club, 1985)- Escrevi sobre esse filme aqui

A Mosca (The Fly, 1986)

Hook: A Volta do Capitão Gancho (Hook, 1991)

Clássico da Sessão da Trde, dirigido por John Hughes, o filme sobre angústias adolescentes Clube dos Cinco continua atual.

Sintonia de Amor (Sleepless in Seatle, 1993)

Vida de Inseto (A Bug’s Life, 1998)

Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill, 1999)

Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, 2001)

Um Lugar Chamado Notting Hill, romance típico dos anos 90 estrelado por Julia Roberts e Hugh Grant.

Cisne Negro (Black Swan, 2010)- Escreve sobre esse filme aqui

Conspiração e Poder (Truth, 2015)- Escrevi sobre esse filme aqui

Um Cadáver Para Sobreviver (Swiss Army Man, 2016)- Escrevi sobre esse filme aqui

Sing Street (2016)

Cisne Negro, dirigido por Darren Aronofsky, é um filme maravilhoso que lida com a temática da obsessão e do perfeccionismo.

Bons filmes e até o mês que vem!

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Um Cadáver Para Sobreviver (Swiss Army Man, 2016)

Um Cadáver Para Sobreviver chega ao Brasil diretamente em homevideo, disponibilizado na Netflix. Dirigido por Dan Kwan e Daniel Sneinert (conhecidos como Daniels), o filme conta a história de Hank (Paul Dano), um rapaz que conhecemos perdido em uma ilha deserta, sozinho e tentando se matar, até que encontra o corpo já sem vida de Manny (Daniel Radcliffe). Com a ajuda das múltiplas utilidades que descobre ter o morto (e daí vem o título original, referindo-se a um canivete suíço), Hank decide tentar sobreviver e reencontrar Sarah (Mary Elizabeth Winstead) uma moça que acha bonita e que costumava observar no ônibus antes de parar naquele lugar. A amizade entre os dois homens pode parecer improvável, afinal um deles não responde mais por si, mas na imaginação de Hank ganha forma, garantindo-lhe forças para continuar através da construção de um mundo lúdico e de grande beleza.

A narrativa é permeada de humor escatológico e infantil, utilizado sem refinamento, mas esse contrasta com a delicadeza com que todo o resto do mundo de ideias pautadas na esperança é construído. A bem da verdade Hank não conhece Sarah, mas a imagem dela lhe permite sonhar. Trata-se de uma idealização do amor romântico, bem como da mulher que é alvo dele, que leva a comportamentos socialmente questionáveis, ainda que tratados com doçura juvenil. Por isso faz todo sentido a escolha da atriz Mary Elizabeth Winstead para o papel de musa do protagonista, uma vez que ela mesma é colocada como esse ideal inalcançável por muitos jovens autointitulados nerds, especialmente depois do filme Scott Pilgrim contra o Mundo, em que interpreta Ramona, outra amada idealizada pelo protagonista. O filme permite que o espectador tenha empatia por uma pessoa com comportamento perseguidor e o que na vida real seria um senso de merecimento masculino bastante tóxico, mas que aqui é relevada pela forma bonita e distorcida como o próprio personagem enxerga o mundo.

Nesse sentido funciona muito bem com uma sessão dupla com As Vozes (The Voices, 2014), de Marjane Satrapi, outro filme que nos mostra com empatia um homem com comportamentos abusivos em relação às mulheres: dessa vez um serial killer que acredita que não mata por que quer, mas sim porque suas vítimas pedem. Nessa outra película, também mergulhamos em um mundo lúdico, de boas intenções e de beleza, enxergado pelo ponto de vista do protagonista. A diferença principal é que, talvez por ser dirigido por uma mulher, há a preocupação de descortinar o mundo real sombrio do personagem antes do desfecho. É como se em Um Cadáver Para Sobreviver se mostrasse o ponto de vista de Sarah, a mulher perseguida, já que aqui a obsessão de Hank é romantizada.

Com boas pitadas de humor, inventivo e poético, todo o segundo ato do filme é um mergulho em sentimentos ambíguos, por meio de uma expressão artística intensa, providenciada por uma direção de arte hipnótica e encantadora. Poucos filmes se permitem explorar de maneira tão intensa as possibilidades de expressão artística que os objetos em cena permitem. O terceiro ato perde em partes sua força criativa, mas não diminui o resultado final.

Há quem diga que o cinema está morto. O público certamente pode não querer ver a história de um cadáver que literalmente peida em cena, mas se aceitar o desafio pode se impressionar com o cuidado quase que de trabalhos manuais colocado com carinho nessa narrativa. Um Cadáver para Sobreviver peida, mas é mágico.

Dicas Netflix Dezembro

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Esse mês não entraram muitos filmes interessantes no catálogo da Netflix, mas sempre tem alguns que podemos destacar. Todos os listados já tem link diretamente para o site. Vamos às dicas!

Caminhos Perigosos (Mean Streets, 1973)

O Casamento do Meu Melhor Amigo (My Best Friend’s Wedding, 1997)

Caminhos Perigosos é o segundo longa de Scorsese e já mostra traços do que viria a ser o corpo de trabalho do diretor.

Caminhos Perigosos é o segundo longa de Scorsese e já mostra traços do que viria a ser o corpo de trabalho do diretor.

Hannibal (2001): escrevi sobre o filme aqui.

Jogos Vorazes: Em Chamas (The Hunger Games: Cathing Fire, 2013):  Escrevi sobre o filme aqui.

Jogos Vorazes: Em Chamas é o primeiro filme da série distópica estrelada por Jennifer Lawrence

Entre os filmes que já estavam no catálogo, sempre tentando manter a diversidade de gêneros, separei esses:

Pequena Miss Sunshine (Little Miss Sunshine, 2006)

O Escafandro e a Borboleta (Le scaphandre et le papillon, 2007)

Star Trek (2009)

Além da Escuridão: Star Trek (Star Trek Into Darkness, 2013): escrevi sobre o filme aqui.

O Escafandro e a Borboleta é baseado na história real de Jean-Dominique Bauby, que após um derrame passou a se comunicar apenas com os olhos.

O Escafandro e a Borboleta é baseado na história real de Jean-Dominique Bauby, que após um derrame passou a se comunicar apenas com os olhos.

Drive (2011)

Onde os Fracos Não Tem Vez (No Country for Old Man, 2011)

Jane Eyre (2011)

Rango (2011)

Jane Eyre, adaptado do do romance gótico de Charlotte Brontë, dirigido por Cary Fukunaga (True Detective, Beasts of No Nation) e estrelado por Mia Wasikowska e Michael Fassbender.

Jane Eyre, adaptado do do romance gótico de Charlotte Brontë, dirigido por Cary Fukunaga (True Detective, Beasts of No Nation) e estrelado por Mia Wasikowska e Michael Fassbender.

Além desses filmes ficam as indicações de duas séries:

The Crown (2016)

Gilmore Girls: A Year in the Life (2016)

The Crown, série original da Netflix escrita por Peter Morgan (A Rainha, Frost/Nixon) que aborda os primeiros anos de reinado de Elizabeth II do Reino Unido, com uma direção de arte primorosa.

The Crown, série original da Netflix escrita por Peter Morgan (A Rainha, Frost/Nixon) que aborda os primeiros anos de reinado de Elizabeth II do Reino Unido, com uma direção de arte primorosa.

Bons filmes e até o mês que vem!

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Dicas Netflix Novembro

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Chegou a hora de compartilhar a diquinhas de filmes para assistir nesse mês na Netflix. Nas últimas semanas, dentre as adições ao catálogo, destaco como as mais interessantes as listadas abaixo, com os links nos títulos:

Melhor é impossível (As Good as It Gets, 1997)

Hairspray: Em Busca da Fama (Hairspray, 2007): texto que escrevi sobre o filme.

O musical Hairspray é colorido, otimista e divertido.

O musical Hairspray é colorido, otimista e divertido.

Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close, 2011)

Lucy (2014)

Drama dirigido por Stephen Daldry, de Billy Elliot, As Horas e da série The Crown, que estreia esse ano

Drama dirigido por Stephen Daldry, de Billy Elliot, As Horas e da série The Crown, que estreia esse ano.

Dukhtar (2014)

Raça (Race, 2016)

Dirigido por Afia Nathaniel, uma cineasta paquistanesa, o filme trata com sensibilidade a temática do casamento arranjado a força.

Dirigido por Afia Nathaniel, uma cineasta paquistanesa, o filme trata com sensibilidade a temática do casamento arranjado à força.

Além desses, acrescento, como sempre tentando variar os gêneros dos filmes:

Fuga das Galinhas (Chicken Run, 2000)

Férias Frustradas de Verão (Adventureland, 2009)

Simpática e engraçada animação quadro a quadro feita com massinha (claymation).

Simpática e engraçada animação quadro a quadro feita com massinha (claymation).

Ninfomaníaca Volume 1 (Nymphomaniac: Vol. I, 2013)

Ninfomaníaca Volume 2 (Nymphomaniac: Vol. II, 2013): Escrevi uma crítica sobre os dois filmes aqui.

Polêmico drama do diretor Lars von Trier que aborda as experiências sexuais de uma mulher da adolescência à vida adulta.

Polêmico drama do diretor Lars von Trier que aborda as experiências sexuais de uma mulher da adolescência à vida adulta.

Era Uma Vez em Nova York (The Immigrant, 2013)

She’s Beautiful When She’s Angry (2014)

Ótimo documentário sobre os períodos e vertentes do feminismo.

Ótimo documentário sobre os períodos e vertentes do feminismo.

Para quem tiver interesse, criei no letterboxd uma tag para marcar os filmes que assisto na Netflix. Dessa forma você pode conferir minha avaliação e as notas e resenhas dos demais usuários. Os filmes podem ser visto sob a forma do meu diário ou de uma listagem, onde podem ser ordenados por popularidade, avaliação e outros critérios. Espero que essa lista renda boas horas de cinema. Até o mês que vem! 🙂

 

 

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