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Dicas Netflix Julho

 

 

 

 

 

 

 

 

Como toda primeira sexta-feira do mês e antes tarde do que nunca chegou a hora de indicar filmes “em cartaz” na Netflix. A maior parte deles entrou para o catálogo no último mês, mas tem outros que estão há mais tempo também. Como sempre, os links nos títulos já levam diretamente para o filme no serviço.

Spartacus: clássico sandália e espada dirigido por Stanley Kubrick e estrelado por Kirk Douglas.

Spartacus (1960)

Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo’s Nest, 1975)

Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping, 1995)

Direito de Amar: drama com Colin Firth e Julianne Moore e a direção elegante (sem trocadilhos) de Tom Ford

Gangues de Nova York (Gangs of New York, 2002)

Direito de Amar (A Single Man, 2009)

Inside Llewyn Davis- Balada de um Homem Comum (Inside Llwyn Davis, 2013)

Dirigido por Ava DuVernay, Selma retrata parte da vida de Martin Luther King Jr. na época da marcha de Selma a Montgomery.

Selma: Uma Luta pela Igualdade  (Selma, 2014).

Dois Lados do Amor (The Disappearance of Eleanor Rigby, 2014)

Malévola (Maleficent, 2014). Escrevi sobre o filme aqui e aqui.

Dentre os filmes recentes de zumbi, esse coreano é bastante tenso e muito satisfatório.

Invasão Zumbi (Train to Busan, 2016)

Jackie (2016)

Okja (2017)

Bons filmes e até mês que vem!

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Dicas Netflix Maio

Gente, esqueci completamente de fazer as dicas para o mês de abril! Pior: essa lista era para ter ido ao ar no dia 5, ou seja, estou com a cabeça nas nuvens em relação ao blog. Vou tentar me redimir dando algumas indicações extras.  Os links levam diretamente aos filmes no serviço de streaming.

Drácula de Bram Stocker, uma obra prima de baixo orçamento dirigida por Francis Ford Coppola e com um visual incrível.

Era Uma Vez no Oeste (C’era una volta il West, 1968)

Drácula de Bram Stoker (Dracula, 1992)- Escrevi sobre o filme aqui e aqui.

Os Doze Macacos (12 Monkeys, 1995)- Escrevi sobre o filme aqui.

De Olhos Bem Fechados, o último (e subestimado) filme do Kubrick

Fargo- Uma Comédia de Erros (Fargo, 1996)

Regras da Vida (The Cider House Rules, 1999)

De Olhos Bem Fechados (Eyes Wide Shut, 1999)- Escrevi sobre o filme aqui.

Dirigido por David Fincher, Zodíaco é tem uma trama interessante e ótimas atuações.

Sobre Meninos e Lobos (Mystic River, 2003)

Meninas Malvadas (Mean Girls, 2004)

Zodíaco (Zodiac, 2007)

Amantes (Two Lovers, 2008)

Tilda Swinton e Tom Hiddleston vivem um amor que ultrapassa as fronteiras do tempo em Amantes Eternos, de Jim Jarmusch

O Lutador (The Wrestler, 2008)

O Duplo (The Double, 2013)- Escrevi sobre o filme aqui.

Amantes Eternos (Only Lovers Left Alive, 2013)- Escrevi sobre o filme aqui e aqui.

Ela (Her, 2013)- Escrevi sobre o filme aqui.

Alicia Vikander estrela, juntamente com Oscar Isaac e Domhnall Gleeson a ficção científica Ex Machina, vencedora do Oscar de Efeitos Especiais.

O Abutre (Nightcrawler, 2014)

Ex_Machina: Instinto Artificial (Ex Machina, 2014)

Five Came Back (2017)

Bons filmes e até o mês que vem!

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Dicas Netflix Março


 

 

 

 

 

 

 

Mês passado não consegui fazer o post porque estou sem internet, mas volto com algumas diquinhas de filmes que entraram nos últimos tempos no catálogo da Netflix. Os links levam diretamente aos filmes no serviço de streaming.

Clássico da sessão da tarde, Um Príncipe em Nova York é estrelado por Eddie Murphy

Um Príncipe em Nova York (Coming to America, 1988)- Escrevi sobre o filme aqui

Paris is Burning (1990)- Escrevi sobre o filme aqui

paris is Burning: incrível documentário sobre a efervescente cena queer novaiorquina do final dos anos 80

A Casa dos Espíritos (The House of the Spirits, 1993)

Psicopata Americano (American Psycho, 2000)- recomendei-o nesse podcast sobre filmes de suspense e terror dirigidos por mulheres

Adaptação (Adaptation, 2002)

Adaptação é um filme maravilhoso escrito por Charlie Kaufman e dirigido por Spike Jonze.

 

A Árvore da Vida (Tree of Life, 2011)

O Artista (The Artist, 2011)

O Espião que Sabia Demais (Tinker Taylor Soldier Spy, 2011- escrevi sobre o filme aqui

O Contemplativo A Árvore da Vida é possivelmente a obra-prima de seu diretor, Terrence Malick

Nebraska (2013)- Crítica aqui

Trapaça (American Hustle, 2013)- escrevi dois textos sobre o filme, aqui e aqui

Philomena (2013)

Locke (2013)

Em Nebraska, além das atuações se destaca a bela fotografia em preto e branco

Bons filmes e até o mês que vem!

 

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Dicas Netflix Janeiro

Foram tantos filmes bacanas entrando no catálogo da Netflix nos últimos dias que as indicações desse mês são apenas de lançamentos ou retornos. Os links levam diretamente aos filmes no serviço de streaming.

Clube dos Cinco (The Breakfast Club, 1985)- Escrevi sobre esse filme aqui

A Mosca (The Fly, 1986)

Hook: A Volta do Capitão Gancho (Hook, 1991)

Clássico da Sessão da Trde, dirigido por John Hughes, o filme sobre angústias adolescentes Clube dos Cinco continua atual.

Sintonia de Amor (Sleepless in Seatle, 1993)

Vida de Inseto (A Bug’s Life, 1998)

Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill, 1999)

Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, 2001)

Um Lugar Chamado Notting Hill, romance típico dos anos 90 estrelado por Julia Roberts e Hugh Grant.

Cisne Negro (Black Swan, 2010)- Escreve sobre esse filme aqui

Conspiração e Poder (Truth, 2015)- Escrevi sobre esse filme aqui

Um Cadáver Para Sobreviver (Swiss Army Man, 2016)- Escrevi sobre esse filme aqui

Sing Street (2016)

Cisne Negro, dirigido por Darren Aronofsky, é um filme maravilhoso que lida com a temática da obsessão e do perfeccionismo.

Bons filmes e até o mês que vem!

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Um Cadáver Para Sobreviver (Swiss Army Man, 2016)

Um Cadáver Para Sobreviver chega ao Brasil diretamente em homevideo, disponibilizado na Netflix. Dirigido por Dan Kwan e Daniel Sneinert (conhecidos como Daniels), o filme conta a história de Hank (Paul Dano), um rapaz que conhecemos perdido em uma ilha deserta, sozinho e tentando se matar, até que encontra o corpo já sem vida de Manny (Daniel Radcliffe). Com a ajuda das múltiplas utilidades que descobre ter o morto (e daí vem o título original, referindo-se a um canivete suíço), Hank decide tentar sobreviver e reencontrar Sarah (Mary Elizabeth Winstead) uma moça que acha bonita e que costumava observar no ônibus antes de parar naquele lugar. A amizade entre os dois homens pode parecer improvável, afinal um deles não responde mais por si, mas na imaginação de Hank ganha forma, garantindo-lhe forças para continuar através da construção de um mundo lúdico e de grande beleza.

A narrativa é permeada de humor escatológico e infantil, utilizado sem refinamento, mas esse contrasta com a delicadeza com que todo o resto do mundo de ideias pautadas na esperança é construído. A bem da verdade Hank não conhece Sarah, mas a imagem dela lhe permite sonhar. Trata-se de uma idealização do amor romântico, bem como da mulher que é alvo dele, que leva a comportamentos socialmente questionáveis, ainda que tratados com doçura juvenil. Por isso faz todo sentido a escolha da atriz Mary Elizabeth Winstead para o papel de musa do protagonista, uma vez que ela mesma é colocada como esse ideal inalcançável por muitos jovens autointitulados nerds, especialmente depois do filme Scott Pilgrim contra o Mundo, em que interpreta Ramona, outra amada idealizada pelo protagonista. O filme permite que o espectador tenha empatia por uma pessoa com comportamento perseguidor e o que na vida real seria um senso de merecimento masculino bastante tóxico, mas que aqui é relevada pela forma bonita e distorcida como o próprio personagem enxerga o mundo.

Nesse sentido funciona muito bem com uma sessão dupla com As Vozes (The Voices, 2014), de Marjane Satrapi, outro filme que nos mostra com empatia um homem com comportamentos abusivos em relação às mulheres: dessa vez um serial killer que acredita que não mata por que quer, mas sim porque suas vítimas pedem. Nessa outra película, também mergulhamos em um mundo lúdico, de boas intenções e de beleza, enxergado pelo ponto de vista do protagonista. A diferença principal é que, talvez por ser dirigido por uma mulher, há a preocupação de descortinar o mundo real sombrio do personagem antes do desfecho. É como se em Um Cadáver Para Sobreviver se mostrasse o ponto de vista de Sarah, a mulher perseguida, já que aqui a obsessão de Hank é romantizada.

Com boas pitadas de humor, inventivo e poético, todo o segundo ato do filme é um mergulho em sentimentos ambíguos, por meio de uma expressão artística intensa, providenciada por uma direção de arte hipnótica e encantadora. Poucos filmes se permitem explorar de maneira tão intensa as possibilidades de expressão artística que os objetos em cena permitem. O terceiro ato perde em partes sua força criativa, mas não diminui o resultado final.

Há quem diga que o cinema está morto. O público certamente pode não querer ver a história de um cadáver que literalmente peida em cena, mas se aceitar o desafio pode se impressionar com o cuidado quase que de trabalhos manuais colocado com carinho nessa narrativa. Um Cadáver para Sobreviver peida, mas é mágico.

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