Os 15 melhores filmes vistos pela primeira vez em 2019

Essa lista, que faço todos os anos, são dos melhores filmes que eu vi pela primeira vez no ano e que não são lançamentos. Como sempre, para facilitar, escolhi apenas filmes ficcionais de longa metragem.  Além disso, para abrir espaço à variedade, diretoras e diretores com mais de um filme que preenchessem esse critério tiveram só um listado. Outros filmes com avaliação alta vistos esse ano, mas com direção repetida, serão colocados abaixo. A lista também pode ser conferida no letterboxd. Filmes sobre os quais escrevi ou gravei podcast tem links no título e a ordem da disposição é cronológica.

Cupido é Moleque Teimoso (The Awful Truth, 1937)

Direção: Leo McCarey

★★★★

Boêmio Encantador (Holiday, 1938)

Direção: George Cukor

★★★★

Tarde Demais (The Heiress, 1949)

Direção: William Wyller

★★★★1/2

O Bígamo (The Bigamist, 1953)

Direção: Ida Lupino

★★★★

Algo Diferente ( O necem jiném, 1963)

Direção: Vera Chytilová

★★★★

Um caminho Para Dois (Two for the Road, 1967)

Direção: Stanley Donen

★★★★1/2

A Noite dos Mortos-Vivos (Night of the Living Dead, 1968)

Direção: George A. Romero

★★★★1/2

MImi, O Metalúrgico (Mimì metallurgico ferito nell’onore, 1972)

Direção: Lina Wertmüller

★★★★

Golpe de Mestre (The Sting, 1973)

Direção: George Roy Hill

★★★★1/2

Conhecendo o Grande e Vasto Mundo (Poznavaya belyy svet, 1980)

Direção: Kira Muratova

★★★★

O Massacre na Festa de Pijamas (The Slumber Party Massacre, 1982)

Direção: Amy Holden Jones

★★★★

Um Tempo para Viver, um Tempo para Morrer (Tóngnián wangshi, 1985)

Direção: Hou Hsiao-Hsien

★★★★1/2

Leis do Desejo (La Ley del Deseo, 1987)

Direção: Pedro Almodóvar

★★★★

Um Dia Quente de Verão (Gu ling jie shao nian sha ren shi jian, 1991)

Direção: Edward Yang

★★★★

Videodrome: A Síndrome do Vídeo (Videodrome, 1993)

Direção: David Cronenberg

★★★★★

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Janelas: As Pequenas Margaridas

Ultimamente, quando eu gosto de um filme, quase nunca tenho tempo para escrever sobre ele. Mas muitas vezes eu salvo cenas deles, que funcionam como pequenas janelas para observar aquele mundo diegético e para apreciar a estética escolhida. Por isso decidi começar a compartilhar aqui algumas dessas imagens e chama-las, justamente, de Janelas. O primeiro filme será As Pequenas Margaridas (Sedmikrásky, 1966), de Vera Chytilová, número 29 que assisti para o desafio #52FilmsByWomen. Trata-se de uma obra parte em preto e branco e parte colorida, mas totalmente provocadora e com grande energia. Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová Daisies Sedmikrásky 1966 Vera Chytilová
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