Anna was not in lilac, the colour Kitty was so sure she ought to have worn, but in a low-necked black velvet dress which exposed her full shoulder and bosom that seemed carved out of old ivory, and her rounded arms with the very small hands. Her dress was richly trimmed with Venetian lace. (…) Kitty had been seeing Anna every day and was in love with her, and had always imagined her in lilac, but seeing her in black she felt that she had never before realized her full charm. She now saw her in a new and quite
Author: Isabel Wittmann
Anna Karenina (2012)
Assistido em 22/06/2013 [youtube=https://www.youtube.com/watch?v=-cqBO6rZgQ8] Quando assisti esse trailer ano passado eu sabia que Anna Karenina seria um filme para não deixar passar. O diretor Joe Wright (do perfeito Desejo e Reparação) optou por filmar a história toda em cenários, a maioria dentro de um teatro, de modo experimental. Não sabia se tal coisa daria certo ou não, mas não deu para deixar passar despercebida a força visual que isso imprimiu no trailer. Assim, decidi que leria o livro antes de ver o filme. Foram necessários dez meses para vencer as mais de mil páginas em uma tradução antiga (tendo a
No Mundo de 2020 (Soylent Green/ 1973)
Assistido em 21/06/2013 Entitulado No Mundo de 2020, mas mais conhecido pelo título original, Soylent Green, essa ficção científica tem uma premissa ótima: trata-se de um futuro em que a Terra está devastada e as pessoas são alimentadas com rações fabricadas pela indústria Soylent. Ela já fabricava Soylent amarelo e vermelho , à base de frutas e passa a fabricar Soylent verde, à base de algas do mar. Embora a população só tenha acesso ao Soylent verde uma vez por semana, ainda assim os estoques estão em baixa e a população está se revoltando. O Detetive Thorn (Charlton Heston), um
Figurino: Além da Escuridão – Star Trek: Brincando com as cores primárias
Uma das mais legais que a imagem em HD nos proporcionou foi a possibilidade de ver com detalhe as texturas, especialmente dos cenários e figurinos. Subitamente aquele filme do passado que você achava que tinha um cenário fantástico, passou a ter um que parecia feito de isopor. Mas por outro lado, daí pra frente o cuidado com os detalhes aumentou muito. Lembro a primeira vez que uma amiga comprou uma televisão com imagem em HD e me chamou para ver. Ela havia alugado o primeiro filme do Piratas do Caribe e meu queixo caiu: eu conseguia ver as tramas dos
Além da Escuridão – Star Trek (Star Trek Into Darkness/ 2013)
Assistido em 16/06/2013 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=mTHuV1UB3Ig] Antes de falar desse novo filme do reboot, quero fazer um comentário que soará hipster e/ou pedante. Há dez anos (ou mais) quando se falava na tradicional rixa entre Star Trek e Star Wars, a maioria das pessoas, pelo menos da minha faixa etária, ou escolhia o segundo sem pestanejar ou jamais sequer tinha assistido algo do primeiro. Por isso, como eu cresci assistindo Star Trek (a série original) com meu pai (e sempre foi a minha preferência, sem dúvida) é estranho ver esse revisionismo em que agora Star Wars é criticado pela inconsistência e imaturidade (além
Palácio das Ilusões (Mansfield Park/1999)
Assistido em 15/06/2013 Quer coisa melhor para desligar o cérebro num sábado a noite que um filme de época com uma pitada de romance? Esse filme reprisava consideravelmente bastante durante minha adolescência. Já havia o visto, portanto, algumas vezes. Mas fazia anos que isso não aocntecia. Adaptado da obra de Jane Austen, ele tem o mesmo tom de humor meio sarcástico dela e a forma meio cínica com que encara as relações. O que o diferencia dos demais é uma certa modernizada na maneira de mostrar as relações. A atriz que interpreta Fanny, a personagem principal, Frances O’Connor, é uma
Hitchcock (2012)
Assistido em 14/06/2013 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0Lc6HIsh1FE] Em 1959 Hitchcock já era há muito um diretor consagrado e intitulado o mestre do suspense. Com um programa de televisão e muitos filmes de sucesso, aos sessenta anos de idade ele decide que precisa de algo novo: algo que traga frescor a sua obra e seja desafiador. Ao ler o livro Psycho, percebe que esse será seu novo filme. Mas o estúdio não recebe bem a ideia de adaptar a história que conta com nudez e violência do jovem que veste roupas femininas e é obcecado pela mãe. Hitchcock faz um acordo: eles distribuiriam o