Assistido em 15/05/2013 O Tesouro de Sierra Madre mereceu se tornar um clássico do gênero de aventura. O filme não cansa por um minuto sequer e os personagens, embora não muito desenvolvidos, são suficientemente interessantes. A história se passa no México, onde Dobbs (Humphrey Bogart), o aventureiro de chapéu surrado, está sempre pedindo dinheiro a outros americanos para sobreviver. Junto com Curtin (Tim Holt) conseguem convencer o velho Howard (Walter Huston) a formar uma sociedade e ajudá-los a procurar ouro para minerar. Aí começa a aventura, que envolve bandoleiros mexicanos, policiais, índios, paisagens áridas e claro, ouro. E com o ouro
Author: Isabel Wittmann
Camille Claudel, 1915 (2013)
Assistido em 12/05/2013 Esse é aquele tipo de filme que traz má fama ao cinema francês :P. Foi exibido no Festival Varilux de Cinema Francês e resolvi assisti-lo por que tratava dessa figura interessantíssima que é a Camille Claudel, talentosa escultora que foi aluna e amante de Rodin. O filme se passa em 1915, quando Camille (Juliette Binoche), já com cinquenta anos, está há dois confinada em um manicômio, tomada por esquizofrenia e depressão. Ela pensa que querem roubar seus trabalhos para que Rodin possa apresentá-los como seus e acha que todos estão tentando envenená-la. Entre os gritos de outras
O Sétimo Selo (Det sjunde inseglet/ 1957)
Assistido em: 11/05/2013 Um homem jogando xadrez com a Morte. Essa é a premissa básica de O Sétimo Selo, dirigido por Ingmar Bergman. Antonius Block (interpretado por um jovenzinho Max von Sydow) acabou de retornar das cruzadas com seu escudeiro Jöns. A Morte aparace e diz que o tem acompanhado há muito tempo. Ele propõe que, ao invés de ir imediatamente com ela, joguem uma partida de xadrez e se ele vencer, tem a chance de ficar. A partida acontece de forma espaçada, permeando o filme e avançando a cada reencontro entre os dois. Nesse meio tempo, Antonius viaja para
De Olhos Bem Fechados (Eyes Wide Shut/ 1999)
Assistido em 10/05/2013 De Olhos Bem Fechados é um filme prejudicado pela publicidade mal feita. Propagandeado (e, na época, polemizado) como um suspense erótico, o erotismo passa longe de sua história, embora a nudez esteja lá o tempo todo. Trata-se de uma história de dominação e certa obsessão, protagonizada pelo casal queridinho de Hollywood naquele momento. Possivelmente eles nunca estiveram tão bonitos como nesse filme (embora a atuação de Nicole Kidman esteja longe de ser boa). O personagem principal, Dr. William”Bill” Harford (Tom Cruise) e sua esposa Alice Harford (Nicole Kidman), são convidados para uma festa da alta sociedade, como é
A Escolha Perfeita (Pitch Perfect/ 2012)
Assistido em 09/05/2013 “But if you think this is just some high school club where you can sing and dance your way through any social issue… Or confuse sexuality, you have come to the wrong place. There is none of that here. That’s high school. This shit is real life. NOW. don’t just bring it, sing it, and let’s do this.” [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=F03N-ApQdmw] Em A Escolha Perfeita, Beca (Anna Kendrick) é uma jovem que vai para a universidade com o sonho de ser DJ e resolve se inscrever na seleção para um grupo de canto a capella só para mulheres, The
Platoon (1986)
Assistido em 08/05/2013 O jovem Chris (Charlie Sheen) se voluntariou para ir à guerra do Vietnã. Ao chegar lá ele explica que fez isso porque só pobres vão para a guerra, porque um rico não pode ir também? Alguns colegas riem e falam que ele “é um idealista”. Sim, o diretor e roteirista, Oliver Stone, é um idealista. Tendo ele mesmo servido no Vietnã, também como voluntário, aquilo que viu nos é mostrado pelos olhos de Chris. A narrativa é episódica e os acontecimentos parecem servir apenas para ressaltar que nada daquilo fazia sentido: tudo era o caos. Os soldados
O Que Aconteceu com Baby Jane (Whatever Happened to Baby Jane?/ 1962)
Assistido em 08/05/2013 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=3qFYjkFCxiE] Tenho um amigo que deve estar me falando para ver esse filme há uns três anos, pelo menos. E tenho que me desculpar pela demora: que filme! Um suspense tenso, que se constrói em cima da fotografia linda em preto e branco e da atuação fantástica e bizarra de Bette Davis. “Baby” Jane Hudson (Bette Davis) foi uma estrela infantil que cantava, dançava e enchia os auditórios. Bonecas de porcelana que reproduziam seus traços eram vendidas após as apresentações. Ela era mimada pelo pai e sua irmã, Blanche (Joan Crawford), ficava a sua sombra. Após a introdução,