Estante da Sala

Objectified (2009)

Assistido em 27/01/2013 Um ótimo documentário sobre o design dos objetos ao nosso redor e nossa relação com eles, a importância do design, o uso dele como argumento para agregar valor, a importância de pensar no usuário e a atual preocupação com a sustentabilidade. Muito bom para quem se interessa pelo assunto.

Lincoln (2012)

Assistido em 27/01/2013 É difícil escrever sobre Lincoln, novo filme de Steven Spielberg. É difícil pensar em como a soma de partes muito boas resultem em um filme tão… tão… hmmm, não chega a ser ruim, mas não desperta nada! É o típico “filme de Oscar”: dramalhão de época, grandes heróis, trilha sonora grandiosa, fotografia belíssima e atuações de primeira. Não se trata de uma biografia do presidente americano, mas sim um recorte de um período específico, logo após sua reeleição, em que estava tentando aprovar a 13ª Emenda, que acabava com a escravidão no país. Embora o filme tente

Psicose (Psycho/ 1960)

Assistido em: 26/01/2013 Ano passado comecei a ver ou rever todos os filmes de Alfred Hitchcock disponíveis no Netflix, em ordem cronológica. Depois de Janela Indiscreta, Ladrão de Casaca, O Homem Que Sabia Demais e Um Corpo Que Cai, chego à Psicose. E devo dizer que a cada filme me apaixono mais por esse diretor, que sempre consegue me surpreender com suas tomadas de câmera pouco usuais e fotografia maravilhosa. Há também sua forte tendência fetichista e a escolha de protagonistas loiras, frias e controladas.  Em Psicose temos Marion (Janet Leigh), uma secretária que rouba 40 mil dólares em seu

Livrai-nos do Mal (Deliver Us from Evil/ 2006)

Assistido em 26/01/2013 Embora com problemas de ritmo, esse é um documentário necessário e revoltante. Abordando através de depoimentos de padres, vítimas e pais, fala sobre os abusos sexuais cometidos pelos primeiros e sistematicamente acobertados nos EUA. (E aí também é possível pensar no que possivelmente ocorre no Brasil também). Alguns depoimentos são devastadores. Apesar de não ser o melhor cinema, achei extremamente válido como denúncia.

Bombadeira (2007)

Assistido em: 25/01/2013 Assisti esse documentário em um evento realizado pelo PPGAS-UFAM, que contou com a presença do diretor, Luis Carlos de Alencar, para debate. A “bombadeira” do título é pessoa que aplica silicone (industrial) em travestis para depois moldar seus corpos. Às vezes é chamada também de fada-madrinha.Os depoimentos emocionam e algumas cenas incomodam visualmente (é mostrado, por exemplo, um procedimento completo de aplicação de silicone  no quadril). As personagens entrevistadas possuem as histórias de vida mais diversas, o que garante que não haja uma estereotipagem em relação ao fato de serem travestis. O que fica conosco após assisti-lo é a empatia e questionamentos.

Tomboy (2011)

Assistido em: 24/01/2013 Quem diria que um filme com uma temática tão complicada pudesse ser tão leve. Laure (interpretada fantasticamente, com muita naturalidade por Zoé Héran) é uma menina de dez anos que acaba de se mudar para uma nova vizinhança. Ela tem a companhia de sua irmã mais nova Jeanne, de seis anos. Ao conhecer as crianças dos prédios no entorno, Laure se apresenta como Mickäel. A identidade masculina permite que ela faça o mesmo que os demais meninos, como jogar futebol e andar sem camisa, coisas que não são permitidas à sua nova amiga Lisa. O tempo todo ronda

Cinderela em Paris (Funny Face/ 1957)

Assistido em 22/01/2013 Vou chamar de Funny Face mesmo, porque não acho que ninguém use o nome em português. Funny Face, estrelado por Audrey Hepburn e Fred Astaire não é um bom filme, na maneira como as pessoas entendem bons filmes. Para começar, é um musical. Quase todo mundo odeia musicais! Eu não, mas nesse caso, não é um bom musical. As músicas não empolgam, Audrey cantando é apenas OK e Fred Astaire é totalmente desperdiçado, pouco dançando. A história não é lá das mais inspiradas: uma revista de moda (inspirada na Harper’s Bazaar) está à procura de uma modelo