Assistido em: 05/01/2013 Baseado no quadrinho autobiográfico de mesmo nome de Marjane Satrapi, Persepolis é um retrato de sua infância antes da revolução iraniana de 1979 e de sua adolescência e juventude após ela. A convivência familiar, as dúvidas existenciais, as histórias de luta e restrições das liberdades individuais (especialmente das mulheres) permeiam toda a narrativa. O desenho em preto e branco e o traços simples funcionam muito bem na linguagem do filme, que não teria sido melhor se fosse live action. Recomendadíssimo!
Author: Isabel Wittmann
Poder sem Limites (Chronicle/ 2012)
Assistido em: 04/01/2013 Com um orçamento enxuto estimado em 12 milhões, Poder Sem Limites relata a história de 3 adolescentes que que adquirem poderes de telecinese e sua jornada ao lidar com eles. Os efeitos, obviamente, não são de primeira qualidade, mas paramos de prestar atenção nisso porque servem muito bem à história. A narrativa do meio por fim escala rápido demais, mas de uma maneira geral é um filme satisfatório.
Duna (1984)
Continuo firme e forte com minha “educação cinematográfica”, assistindo aos filmes dos anos 80 que, quando era criança, não assisti por preconceito ou preguiça. A bola da vez foi Duna, dirigido por David Lynch. O visual do filme é realmente impressionante. Cenários muito bem feitos, figurinos competentes e engenhocas retrô, com uma estética steampunk (dá pra chamar de steampunk sem ser punk?). Tudo remete ao visual da virada do século XIX para o século XX. Mas os efeitos especiais são muito ruins, mesmo pra época (Star Wars foi feito 5 anos antes e Blade Runner , 2 anos). As naves
Figurino marcante: …E o vento levou
(Originalmente publicado em Linha e Agulha) Existem vários motivos que podem levar um filme a ser memorável: efeitos especiais, drama, contexto histórico, atuações marcantes, entre outros. Grandes épicos tendem a agregar qualidades técnicas que ajudam a manter esse destaque atemporal. É o caso de …E o vento levou. O clássico de 1939, com aproximadamente 3 horas e meia de duração, tem locações e cenários fantásticos, usa a cor para efeito dramático como poucos fizeram à época, tem diálogos inesquecíveis e, principalmente, um figurino de encher os olhos, desenhado por Walter Plunkett. Vivien Leigh interpreta Scarlett O´Hara, uma mimada belle do sul, na
Animal Crossing Wild World
Fui incumbida da ingrata tarefa de escrever sobre um jogo. Vamos aos fatos: eu não sou gamer, não manjo de game design e nem daquelas coisas mais sutis que os gamers geralmente reparam (seja lá quais forem elas). Eu joguei Telejogo, Atari e Nintendinho quando era criança, não com muito afinco nem muito freqüentemente, e larguei tudo isso com a chegada do Super Nintendo. Mas vou escrever sobre o jogo que mais me fisgou e por mais tempo da minha vida: Animal Crossing Wild World. Era 2006 quando, após mais de uma década sem nem saber o que as pessoas
Iiih, foi mal!
Sem acesso à internet por tempo indeterminado. Meu computador queimou no temporal de ontem. Espero voltar em breve 🙂
Across the Universe (2007)
Eu vou ser obrigada a interromper a seqüência de filmes do Oscar 2009 que estava preparando e postar sobre esse filme, que assisti com meu irmão, sob recomendação dele, no domingo. Para começar eu devo dizer que esse filme é um musical. Mas com um diferencial: todas as canções são dos Beatles (são cerca de 30) e inúmeras outras referências a eles, como nomes de personagens, locais, entre outros. A diretora, Julie Taymor, é a mesma de Frida, onde ela já mostrou apuro visual no resultado final. Os protagonistas são Jude e Lucy, um jovem operário de Liverpool que vai