Estante da Sala

Star Trek: Sem Fronteiras (Star Trek Beyond, 2016)

“Damn it, Jim, I’m a doctor, not a…” Em pleno clima de comemorações pelos cinquenta anos da série original, mais um filme da série Star Trek chega aos cinemas, trazendo às telonas os velhos personagens conhecidos do público. Essa nova geração (ops) conta com Star Trek, um reboot de 2009, e Além da Escuridão: Star Trek, uma sequência de 2013, ambas dirigidas por J. J. Abrams. A direção dessa terceiro capítulo fica por conta de Justin Lin, conhecido por dirigir filmes franquia Velozes e Furiosos. E se no trailer havia a sombra do que parecia ser uma ação genérica, o resultado final é bastante agradável. De fato, dentro os recentes, esse é

Guardiões da Galáxia (Guardians of the Galaxy, 2014)

A essa altura todo mundo já comentou sobre o novo filme da Marvel/Disney, então não vou me prolongar. Não sou muito fã de filmes de heróis (com exceção de X Men) mas dessa vez , ao contrário do que geralmente acontece, não revirei os olhos, não achei (todas) as piadas forçadas e estava genuinamente interessada nos personagens. É fato que eles não são suficientemente desenvolvidos, mas já o são o suficiente para que eu soltasse “oooh” e me emocionasse com uma árvore ambulante (Groot, dublado por Vin Diesel), que é o personagem mais mágico do filme. Talvez o maior problema para

Figurino: Além da Escuridão – Star Trek: Brincando com as cores primárias

Uma das mais legais que a imagem em HD nos proporcionou foi a possibilidade de ver com detalhe as texturas, especialmente dos cenários e figurinos. Subitamente aquele filme do passado que você achava que tinha um cenário fantástico, passou a ter um que parecia feito de isopor. Mas por outro lado, daí pra frente o cuidado com os detalhes aumentou muito. Lembro a primeira vez que uma amiga comprou uma televisão com imagem em HD e me chamou para ver. Ela havia alugado o primeiro filme do Piratas do Caribe e meu queixo caiu: eu conseguia ver as tramas dos

Além da Escuridão – Star Trek (Star Trek Into Darkness/ 2013)

Assistido em 16/06/2013 Antes de falar desse novo filme do reboot, quero fazer um comentário que soará hipster e/ou pedante. Há dez anos (ou mais) quando se falava na tradicional rixa entre Star Trek e Star Wars, a maioria das pessoas, pelo menos da minha faixa etária, ou escolhia o segundo sem pestanejar ou jamais sequer tinha assistido algo do primeiro. Por isso, como eu cresci assistindo Star Trek (a série original) com meu pai (e sempre foi a minha preferência, sem dúvida) é estranho ver esse revisionismo em que agora Star Wars é criticado pela inconsistência e imaturidade (além de