Duro de Matar (Die Hard/1988)

Assistido em 24/03/2013

Quem me segue no twitter sabe que eu tenho tentado assistir aqueles filmes dos anos 80 que deixei pra trás na infância por serem considerados excessivamente violentos e meus pais não deixarem assistir. 😛

Ano passado dei conta dos Máquina Mortífera e Highlander (e não gostei de nenhum). Eis que com a chegada do quinto filme da franquia, tenho uma desculpa para ver Duro de Matar. A única coisa que eu sabia do filme é que era o preferido de Joey e Chandler em Friends.

Imagino que a história todos conheçam: o policial John McClane viaja para a cidade onde sua esposa trabalha (estão separados atualmente) para passar o natal com as crianças e o prédio do trabalho dela é tomado por terroristas-ladrões alemães, pertencentes ao grupo Volksfrei, que fazem todos os funcionários reféns. John não está entre os reféns e trabalha pra dar um fim aos antagonistas. Interessante como uma simples mudança de tecnologia altera uma história: se qualquer um dos reféns possuísse um celular, não existiria mais a trama.

O filme se permite usar todo tipo de estereótipo: tem a empregada doméstica hispânica, os chefes durões japoneses, a mulher que abre mão do casamento pela carreira. Mas o mais engraçado são os vilões alemães: com nomes clichês como Hans, Fritz, Karl, Ulrich e por aí vai, eles chegam a falar “nein, nein, nein” e são todos altos, robóticos e em sua maioria loiros.

Há um personagem que se comunica com McClane do lado de fora do prédio, o policial Al Powell, que é bastante carismático. A tensão do filme é boa. Claro que todos os vícios do gênero de ação estão lá, mas não chegam a incomodar. Gostei mais do filme do que eu esperava.

 
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