Assistido em 03/10/2013 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=1zB-5ASFqm0] Eu sei que esse documentário não entrou em cartaz em todas as cidades, mas quem puder ter acesso a ele, assista. O tema “violência obstétrica” tem ganhando cada vez mais espaço nas discussões atuais sobre maternidade e direitos reprodutivos, especialmente em blogs sobre maternidade e em espaços feministas. O documentário aborda não só a violência obstétrica propriamente dita, como o descaso com que as gestantes são tratadas e a falta de respeito com suas decisões. No Brasil, mais da metade dos partos já são feitos por cesárea, podendo passar de 90% na rede particular (enquanto a
Author: Isabel Wittmann
Gravidade (Gravity/ 2013)
Assistido em 11/10/2013 Aviso: pode conter revelações da trama. [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=nLtjGN2KMyA] Acredito que a essa altura praticamente todos que queriam se manifestar sobre Gravidade já o fizeram. Em geral a crítica tece elogios rasgados ao filme. Com uma ansiedade que eu não tive desde Anna Karenina, fui assisti-lo na primeira noite de exibição e não me decepcionei. Saí de lá falando pra todos “eu já sabia!”. Porque eu já sabia! Acho que foi mais ou menos por 1997 que eu eu vi A Princesinha pela primeira vez e gravei aquele nome em letras douradas que aparecia nos créditos de abertura e
Figurino: Oz, Mágico e Poderoso
Originalmente publicado em 23/07/2013 no Cinema em Cena. Aviso: Esse texto contém revelações de detalhes da trama do filme Dirigido por Sam Raimi, Oz: Mágico e Poderoso (Oz- The Great and Poweful/ 2013) funciona como um prólogo ao clássico O Mágico de Oz, de 1939. Explorando livremente o universo criado pelo autor L. Frank Braum, o filme conta como o mágico Oscar (James Franco) chegou à Cidade das Esmeralda, capital do reino de Oz, bem como os acontecimentos posteriores à sua chegada. O figurino, criado por Gary Jones em parceria com o ilustrador Michael Kutsche (responsável pelas ilustrações desse texto),
Figurino: O Grande Gatsby – cores e ruídos na década de 20 estilizada de Luhrmann
Texto originalmente publicado na coluna Vestindo o filme em 08/07/2013. E assim nós prosseguimos, barcos contra a corrente, empurrados incessantemente de volta ao passado. (F. Scott Fitsgerald – O Grande Gatsby, capítulo 9) Quando falamos em um figurino de época temos que ter em mente duas coisas: ele não se presta a recriação literal e acurada de um período e sim à composição de determinada ambientação servindo aos propósitos da direção e do design de produção como um todo; apesar disso alguns elementos que remetam ao período retratado devem se fazer presentes, especialmente quando se trata do século XX, em que
Aviso aos navegantes
Ao longo do próximo mês precisarei reduzir o ritmo de postagens. Para não deixar o blog parado tentarei programar alguns posts e também postarei materiais antigos. Logo as coisas se normalizarão. Agradeço a compreensão de todos. 🙂
Sete Noivas Para Sete Irmãos (Seven Brides for Seven Brothers/ 1957)
Assistido em 06/10/2013 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ga_qRywciic] Eis um filme que me deixou com sentimentos mistos. Musical dirigido por Stanley Donen, trata dos sete irmãos Pontipee, que moram afastados da cidade em uma casa de madeira com dois quartos, no Oregon de 1850. A casa é um verdadeiro desastre de sujeira e bagunça e Adam (Howard Keel), o mais velho, vai à cidade decidido a arrumar uma esposa. Lá conhece Milly (Jane Powell), umas moça sem família, que trabalha no bar como cozinheira e é trabalhadora, além de loira e de olhos azuis. Adam a considera perfeita para o papel e faz a
The Rocky Horror Picture Show (1975)
Assistido em 29/08/2013 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_Ov8yLJkknY] Que filme fantástico! The Rocky Horror Picture Show é um musical inspirado pelos filmes clássicos de ficção científica, adaptado da peça de teatro que estava em cartaz em Londres desde 1973. A direção é de Jim Sharnan e o elenco da peça repete os seus respectivos papéis no filme, com exceção dos dois personagens principais, Janet (Susan Sarandon) e Brad (Barry Bostwick), que foram interpretados por atores americanos. Os créditos de abertura já são ótimos, com uma grande boca vermelha cantando uma música que cita vários elementos da ficção científica. Após isso somos deslocados para o